[Resenha] Sword Art Online: Aincrad - Reki Kawahara

12:24



Estes mangás são uma adaptação da Light Novel Sword Art Online – Aincraid. Talvez você já tenha escutado falar sobre o anime. Saiba que tanto esses 2 mangás quanto os 2 primeiros volumes da Light Novel estão relacionados diretamente aos episódios 1 ao 14.

A história gira em torno de um novo jogo de MMORPG lançado no Japão. Todos estão ansiosos para experimentar o jogo e o capacete de realidade virtual. Tudo parece bem, mas quando os jogadores não conseguem sair do jogo as reclamações ao GM (responsável por auxiliar jogadores) começam.  Inicialmente todos acreditam ser apenas um bug (falha de jogo), uma inconveniência, do jogo que logo será resolvido. Entretanto o criador do jogo logo lhes dá a informação que todos estarão presos no Aincrad até completarem o jogo, que a morte no jogo os levará a morte no mundo real e que alguns jogadores já estão mortos por seus familiares terem tentado tirar seus capacetes.



Os jogadores logo entram em pânico com a notícia. Saber que não poderiam voltar para suas casas e família os desespera. Kirito, nosso protagonista, apesar de abalado tenta montar uma estratégia em como sair dali. Ele está disposto a enfrentar os 100 andares do Aincrad e o Boss Final para sair com vida daquele lugar.

A história com certeza chama a atenção e agrada principalmente pessoas, como eu, que tem interesse em jogos de uma forma geral. E o ponto chave é nos fazer entender que não importa o quanto tempo a gente gaste jogando em algum momento vamos ter sede de viver. No caso das personagens, pode-se notar, mesmo que de forma bem mais suave do que no anime e na Light Novel, o tempo que eles passam ali afeta suas mentes de forma negativa e positiva. O medo da morte e os sentimentos se intensificam a cada dia. Dependendo do indivíduo, vemos situações como valorização de relacionamentos amorosos e de amizade, total descontrole ou falta de empatia pela vida do próximo.

Por ser um mangá, a história se passa muito rapidamente. E isso foi algo que me incomodou bastante. Pontos como evolução, amadurecimento e sentimentos de personagens acabam não sendo tão aprofundados como foram feitos na Light novel e no anime. Então, pensem comigo: O anime tem 14 episódios, em média 20 minutos cada, e 2 volume de Light novel cada um com mais ou menos 240 páginas. Óbvio que muitos sentimentos e fatos foram perdidos no processo de adaptação. A ordem dos fatos foi alterada, pois se inicia no meio de uma batalha e o Kirito nos conta a situação através de algumas lembranças e depois a história volta para o tempo presente.

Eu simplesmente não entendi a necessidade de encolherem tanto a obra. Se houvessem mais volumes, algo que o público que consome esse tipo de conteúdo não iria estranhar, acredito que a história não perderia parte da sua essência. O romance entre o Kirito e a Asuna, por exemplo, é realmente algo bonito de se ver e que ocorre gradativamente. O fato de 
dois adolescentes que realmente se apaixonaram, veem o relacionamento de uma forma muito séria e madura (devido ao que eles vivem dentro do jogo) e  desejam sair dali juntos se tornou algo muito simples no mangá.

Sou apaixonada por essa história, mas considero a light novel e o anime MUITO superiores ao mangá. Então, durante a sua leitura do mangá recomendo que pense da seguinte forma: “Como eu reagiria preso num lugar onde constantemente tenho que lutar pela minha vida?”, pois no momento que você tirar o foco desta pergunta irá perder parte da empatia pelas personagens e pelas situações vividas por elas.

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Criadora do Aquela Geek.
Biomédica e apaixonada por livros, séries e filmes.


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